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Doação de Órgãos no Brasil

      Descoberta em 1928, pelo cientista Alexander Fleming, a penicilina tem salvado milhões de pessoas, principalmente no período pós Segunda Guerra Mundial. Tal descoberta, tem reduzido a morte precoce de inúmeras pessoas por todo o mundo. Semelhantemente aos problemas de saúde enfrentados antes da criação citada, o Brasil enfrenta grandes transtornos quando se trata de prática da doação de órgãos que, por falta de generosidade e estruturas adequadas, têm tirado a vida de muitos brasileiros.


          Certa vez uma pessoa afirmou a religiosa Madre Teresa de Caucutá que não daria banho em um leproso nem por um milhão de dólares. Ela respondeu que por tal quantia também não, mas sim por amor, ou seja, o que ela quis dizer é que determinadas coisas da vida não podem ser feitas por dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento, mas sim por ato de amor e generosidade. Sendo assim, possível traçar um paralelo com a problemática da doação de órgãos no Brasil que também não envolve nenhum abono financeiro e é realizada por uma fila única administrada pelo Governo. Com isso, entende-se que uma mudança no valores éticos é fundamental para o aumento das doações.


          Ademais, a falta de estrutura também prejudica a doação de órgãos. De acordo com notícia divulgada pelo site Agência Brasil, em 2016, cerca de 70% do órgãos doados no país não puderam ser utilizados porque o processo exige uma série de cuidados e estruturas apropriadas para remoção  e transplantes dos órgãos. Conclui-se, portanto, que o Estado precisa garantiar ao cidadão o que está escrito na Constituição Federal ao garantir saúde de qualidade para todos. 


             Por fim, é necessário o engajamento de todos em prol do aumento das doações de órgãos no Brasil. Cabe ao Ministério da Saúde, criar hospitais especializados por todos o país, por meio do aumento nos repasses financeiros da área, com o intuito de reduzir os órgãos que se perdem por falta de estrutura. Paralelo à isso, o Poder Executivo, com o intuito de sensibilizar as pessoas da boa ação que podem fazer ao seu próximo,  investir em campanhas nas grandes mídias, seja por meio  de televisão, rádio, internet ou panfletos explicativos.

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