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Doação de Órgãos no Brasil

Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida”. Hordienamente, o Brasil enfrenta, em seu cenário social, grandes problemas com o número de pessoas na fila de espera por um órgão. Dessa maneira, reflexos sociais são constatados na sociedade brasileira, seja pela falta de informação, seja por ignorância. Nesse viés, medidas são necessárias para resolver o problema em questão.


   Em primeiro plano, verifica-se que, familiares desconhecem os processos do procedimento. Desse modo, pode-se dizer que, segundo o filósofo Immanuel Kant, “o homem é aquilo que a educação faz dele”. Logo tendo como consequência a negação sobre a doação de órgãos. 


   Outrossim, é importante observar  a ignorância por parte de alguns familiares. De acordo, com o filósofo francês François Rabelais, “a Ignorância é a mãe de todos os males”. Nesse sentido, têm-se  como reflexos a rejeição por parte dessas pessoas. 


  Conclui-se, que, o combate à liquidez citada inicialmente, a fim de conter o avanço das filas de espera por um órgão, ações pontuais são necessárias. Logo, compete ao Ministério da educação promover por meio da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) matérias que demonstram a importância da doação de órgãos para salvar vidas, a fim de que as pessoas tenham a mente mais aberta para as doações. Ademais é fundamental que o Ministério da cidadania promova propagandas em metrôs, ônibus e locais públicos, com o intuito de que parentes passem a se informar mais sobre o assunto, para que o problema seja amenizado. Espera-se, com tais medidas que a questão de doação de órgãos seja atenuada da sociedade brasileira. 

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