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Doação de Órgãos no Brasil

Depois da Segunda Guerra Mundial, houve uma revolução na medicina, na qual se pode salvar milhões de vidas por conta das novas tecnologias. Quando se observa a doação de orgão no Brasil, percebe-se que esse ideal revolucionário, de salvar vidas,  não se solidificou na sociedade, seja pela falta de incentivo governamental, seja pelo preconceito sobre essa prática, causando morte e filas enormes para rebecer os orgão. Nesse sentindo, convém analisar os principais problemas por conta da falta de doações.


Em primeiro lugar, segundo o Sistema Nacional de Transporte do Ministério da Saúde, 71% dos orgãos doados não puderam ser aproveitados por falta de infraestrutura para o translado, somente em 2016. Dito isso, fica evidente a inexistência de um planejamento estatal para solucionar o problema, esse descaso gera obtos e deixa de ajudar a diminuir o tamanho da lsita de espera de pessoas que precisam de um coração, rim e fígado. Logo essa situação vexatória ocorre por falta de investimentos para um transporte mais eficiente e efetivo, para que a parte do corpo doada não necrose e nem o paciente morra esperando-o.


Outrossim, no livro " A Utopia" de Tomas Morus, ele discorre sobre uma sociedade perfeita, sem problemas sociais. Porém, a sociedade brasileira em nada se parece com essa utópica, visto que doação não são feitas no país, por conta de preconceitos e dogmas religiosos. Se assim, fica difícil convencer as famílias, dos falécidos, exercerem esse papel social tão importante que é se tornar um doador. Por conta disso, números irrisórios de donativos são visto no Brasil, cerca de 14 indivíduos por milhão, segundo a Associação Brasileira de Transplante. Tudo isso, desagua para um situação desesperadora, a qual precisa ser resolvida. 


É evidente, portanto, que ainda há entraves para uma melhor transferência de orgão. Destarte, O Presidente da República, em conjunto com o Ministério da Saúde deve criar um plano de melhoria no transporte para a transferência de figado, pulmões e coração. Por meio de construção de estrada e linhas de trêm especializadas para o translado tanto do ógão em questão, quanto o paciente. Com o intuito de diminuir o número de casos de partes do corpo necrosadas, e por consequência reduzir o tamanho das filas de espera. Dessa forma, a sociedade brasileira ficará cada vez mais parecida com a utopia pensado por Thomas Morus.

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