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Doação de Órgãos no Brasil

No Egito antigo, os faraós tinham todos os seus orgãos retirados e colocados em recipientes que posteriormente eram enterrados juntos com seus corpos, acreditava-se, que cada orgão pertencia a uma entidade, e retirá-los de perto do dono condenaria a sua alma ao sofrimento. Na atualidade, os orgãos ainda são enterrados com seus donos mesmo em boas condições para doação. A falta de infraestrutura e o preconceito corroboram para esse problema.


Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Orgãos (ABTO), existem cerca de 14 milhões de doadores. No entanto, nem todos os orgãos são aproveitados, devido a sua fragilidade e má infraestrutura do país, muitos orgãos continuam sendo descartados e em sua grande maioria pela demora ou transporte inadequado do orgão. 


 Além disso, outro agravante é o preconceito, muitas pessoas por não terem conhecimento acabam tendo uma idéia superficial sobre o transplante, as familías exercem o papel decisivo na doação, mesmo  que o morto fosse doador é a familía do ente que escolhe se quer ou não doar, e isso acaba levando a uma grande demora e prejudicando milhões de pessoas que aguardam  em filas quilométricas um orgão.


Portanto, é visto como a doação de orgãos no Brasil é difícil. Entretanto, há solução. Um bom método seria que o Ministério da Saúde fornecesse psicológos e equipes especializadas para as familías e doadores a fim de aclarar as dúvidas sobre a doação. Some-se a isso uma melhor gestão pública para facilitar o transplante como melhorar a  qualidade do transporte mantendo-o seguro e rapido a fim de melhorar e aumentar o número de orgãos utilizáveis.

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