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Doação de Órgãos no Brasil

Aristóteles estudou o bom funcionamento da Pólis e criou o "Bem Soberano" afirmando que toda cidade possui um bem maior como objetivo, o bem social. Entretanto, a teoria aristotélica não configura a realidade brasileira, visto que o sistema de doação de órgãos é falho, haja vista a ineficácia dos hospitais somados não habitualidade da doação. Logo, é fulcral uma compilação de ações no âmbito governamental e individual a fim de reverter o sistema donativo brasileiro.


A priori, Thomas Hobbes em sua teoria sobre o "Contrato Social", afirmou que uma espécie de troca entre a população e o governo é imprescindível à harmonia da socieade, na qual o indivíduo cede sua liberdade e paga impostos e o Estado garante seus direitos civis e sociais. Porém, é notório que a realidade brasileira vai de encontro a teoria do filósofo, uma vez que o sistema de doação de órgãos está comprometido pelo tangencionamento governamental, comprovado pelos dados do site "Agência Brasil" constando que o Brasil gasta somente em torno de 4% do PIB com saúde. Desse modo, o escanteamento do sistema de saúde é um grande pilar para a quebra, pela parte do governo, do contrato social, gerando diretamente uma repulsa em todo o setor e agrava o quadro donativo brasileiro.


A posteriori, percebe-se que a atual sociedade não possui o hábito de doar órgãos, isso se deve, sobretudo, pela falta de alteridade que impera no Brasil, refutando a necessidade da nação, haja vista o baixo índice de doadores. Nesse sentido, José Saramago em sua obra " Ensaio sobre a cegueira", relatou uma sociedade acometida por um tipo de cegueira que torna invisível os problemas alheios. Por esse prisma, a realidade nacional possui um reflexo na obra, haja vista a cultura individualista imperante no páis, comprovada pelo dado da Associação Brasileira de Transplante de Ógãos, que consta que 47% das famílias se recusam a doar órgãos. Dessa forma, uma mudança no quadro egoísta brasileiro é um grande pilar para amenizar a situação dos necessitados.


Infere-se, portanto, que o sistema de doação de órgãos ainda é falho, sendo fulcral sua remodelação . Para isso, o Ministério da Saúde, responsável por todo o funcionamento de uma cidade saudável ,deve melhorar a condição dos hospitais por meio de investimentos, com o fito de tornar mais plausível processos de transplante de órgãos, a criando setores que sejam especializados nesse processo. Ademais, o Ministério da educação deve praticar a alteridade da nação, por intermédio de práticas esportivas, visto que essa pratica promove a interação dos alunos e o sentimento altruísta é construido, com fito de erradicar a individualidade do brasileiro. Dessa forma, o "Bem Comum" de Aristóteles configurará a realidade do Brasil.

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