ENTRAR NA PLATAFORMA
Doação de Órgãos no Brasil

   Conforme o escritor Franz Kafka,"A solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito à dignidade humana".Entretanto,tal premissa dessa célebre personalidade não parece consubstanciar o comportamento de grande parcela dos brasileiros,haja vista o dados existentes referente à doação de órgãos .Esse panorama complexo demanda uma atuação mais contundente de instituições formadoras de conduta social com o propósito de ofertar o estímulo necessário para o desenvolvimento de um sentimento mais solidário entre os seres sociais.


   Com efeito,as ações que visam ao estímulo de doações de órgãos são de extrema importância para o progresso do País,haja vista que dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos(ABTO) revelam que aproximadamente 22 mil pessoas estavam aptas a ser salvas,caso dos seis mil pacientes que apresentavam morte encefálica fossem doadores declarados.Tal contexto explicita uma escassez de esclarecimento acerca da importãncia de ser doador e de falar com a família sobre esse desejo em vida,uma vez que os parentes se apropiam da responsabilidade de decidir acerca da liberação do corpo para doação. 


   Outrossim,uma lógica de terror,muitas vezes, é disseminada entre os indivíduos,como que a doação é um processo perigoso para o paciente em estado grave,uma vez que pode ser induzido à morte por ser doador.Tal falácia intimida a polulação e a faz ir de encontro aos valores primais dos seres humanos,a saber, empatia.Essa realidade,invariavelmente, fomenta um número reduzido de doadores declarados,o que inviabiliza o ato enobrecedor que é ser doador para indivíduos carecidos de transplante.Outra questão discutível se materializa na lei vigente a qual delega o poder decisório para os familiares,o que devido a carga afetiva direcionada a um momento tão delicado como é a morte de um ente querido,acarreta reiteradamente a negativa de doação.Isso demonstra uma mau prognóstico relativo ao aumento de doadores no Brasil.


  Portanto,na diligência de desenvolver em mais seres sociais o ímpeto de ser doador de órgãos declarado,salientando o pensamento de Kafka,urge que escolas conclamem núcleos familiares para a formação de uma sólida parceria a qual incentive tal ativismo social e fomente uma educação alicerçada em uma cultura de solidariedade e altruísmo,por meio de palestras elucidativas,debates críticos e de diálogos familiares.Ademais,seria válido o engajamento do Poder Legistativo em reformular a lei vigorante,com o fito de viabilizar e desburocratizar a doação,incitando mais seres sociais a se sensibilizarem com a tal ação digna.


 


 

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde