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Doação de Órgãos no Brasil

 A constituição federal de 1988, em seu artigo 5, afirma e garante há todo cidadão o direito à vida. Porém, a realidade deturpa a teoria uma vez que,a falta de políticas públicas sobre o assunto de transplantes de órgãos no Brasil, representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada.Nesse sentido, deve-se analisar os principais empecilhos que contribuem e dificultam para que,outras vidas sejam salvas. 

 Em primeira análise,vale salientar a falta de informação como principal impulsionador do problema.Emfim,apesar do Brasil ser o segundo maior país  que que se realiza transplante no mundo de forma gratuita pelo SUS os índices  poderia ser ainda mais satisfatórios se população tivesse mais acesso à informação sobre a doação dos órgãos consequentemente pelo assunto ser pouco abordado e esclarecido as famílias e muitas das vezes acaba negligenciando doação por pensarem que os órgãos possa ser contrabandeado ou até mesmo de descartados pelo hospital, em fim tudo por causa de mal esclarecimento.Logo,é inacreditável que o estado não promova o discernimento de informações corretas e seguras para a população no que se diz,respeito a algo tão importante que é salvar vidas.

 Outro aspecto a ser abordado, tem -se a falha do legislativo como obstáculo para que o maior número de doações sejam feitas. Em virtude da Lei de Transplante no qual afirma que só se pode remover órgão ou tecidos para transplante depois da autorização dos familiares, mesmo quando o falecido deixa o consentimento por escrito. Desse modo, conforme o portal de notícias G1 a lista de 30mil indivíduo são prejudicados com essa legislação, sendo assim, um simples Não pode dificultar todo processo. Logo, é notável que a legislação precisa ser alterada para que a fila de espera seja diminuída.

  Infere-se, portanto, para que a constituição seja aplicada de forma coerente, cabe ao governo agir juntamente com o poder do legislativo para promover um novo projeto de lei,a fim de emitir no RG(registro de pessoas físicas) de toda a população o consentimento do cidadão em vida se quer, ou não, se tornar um doador com intuito de, notificar a família sobre sua vontade na hora da morte.Aém disso, cabe a mídia introduzir o assunto da sociedade incentivando na prática em novelas, séries e publicidades. Espera-se, com isso, uma sociedade bem informada e disposta a salvar vidas.

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