ENTRAR NA PLATAFORMA
Doação de Órgãos no Brasil

   A doação  de órgãos teve início em 1954, em Boston, onde o cirurgião Joseph Murray obteve sucesso em um transplante de rins entre dois irmãos gêmeos. Com os avanços da medicina o transplante pode ocorrer por pessoas completamente diferentes. No entanto, no Brasil, a falta de informação da sociedade e a má qualificação de profissionais e de hospitais públicos, ajudam a reforçar os baixos índices de doadores.


   Em primeiro lugar a falta de concientização da sociedade sobre a importância de salvar vidas, causa a negação da doação. A lei de 2001 da Constituição Federal, permite que só com a autorização de familiares o indivíduo esteja adepto ao procedimento. Tendo como exemplo casos onde ocorre a morte encéfalica, que pode ser retirada os órgãos do cidadão para transplante, muitas vezes esse procedimento é negado por conta de medo dos familiares de provocar algum dano vísivel ao corpo.


   Segundo a ABTO (Associação Brasileira de Transplante de Órgãos), vêm crescendo a doação nos últimos anos. Entretanto a falta de invesimento no setor, no Brasil é carente comparando-se com outros países. Na espanha por exemplo onde é o país tem o maior índice de doações no mundo, cerca de 40,2% da população é doadora, investindo cerca de cinco bilhões de reais, segundo a ONT (Organização Nacional de Transplantes) que afirma haver capital direcionado à propaganda, aos profissionais e aos hospitais da área.


   Portanto fica evidente, que barreiras tendem a ser quebradas, para mostrar a importância dos transplantes. O ministério da saúde em parcerias com Escolas e postos de saúde devem criar palestras e cartazes para que chamem a atenção de todos os indivíduos. Com isso a comunidade ficará ciente dessa necessidade, e muitos deixaram claro à família se querem ou não serem doadores facilitando os procedimentos. 

Ver todas as redações Corrija suas redações com a nossa plataforma! Clique aqui!
Message comes here!
Aguarde