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Doação de Órgãos no Brasil

A teoria utilitarista de Jeremy Bentham, tem como base uma ação que beneficia o maior número de pessoas possíveis. Esse cenário contribue para à análise da doação de órgãos no Brasil. Todavia, muitas pessoas acabam por não receber esse benefício. Desse modo, existem fatores que favorecem esse quadro, como a falta de informação e irregularidade nos hospitais.


Em primeiro lugar, a escassez de conhecimento emerge como influenciador da problemática. A esse respeito, a morte encefálica é a perda irreparável das funções cerebrais, porém, é difícil para os familiares entender que o paciente não voltará a vida apesar de ter batimentos cardíacos. Assim sendo, essa falta de informação sobre o assunto influencia a vida de outras pessoas que precisam dos órgãos.


Outrossim, verifica-se que a falta de infraestrutura nos hospitais auxilia na permanência dessa conjuntura. Nessa lógica, é essencial que o doador permaneça em um local adequado e refrigerado capaz de manter os órgãos íntegros. Tal exposto, constantemente não ocorre devido a ausência de recursos que o hospital dispõe.



Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Destarte, cabe ao Legislativo, por meio de uma lei, garantir ao indivíduo o direito de que seus órgãos sejam doados após sua morte, mesmo contra a vontade de sua família. Ademais, urge que o Ministério da Saúde, forneça verbas aos hospitais a fim de possibilitar a melhoria dessas instituições, para cuidar dos órgãos a serem doados. Somente assim, a teoria utilitarista terá êxito.

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