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Doação de Órgãos no Brasil

Durante o Renascimento, o artista Michelangelo se destacou devido a sua ampla contribuição com a Medicina, muito do conhecimento atual se deve aos seus estudos. Nesse contexto, foi possível a dominação de técnicas que para o passado pareciam impossíveis, como exemplo, a doação de órgãos. No entanto, a falta de conhecimento da população sobre o assunto, em conjunto com uma falta de infraestrutura, corrobora para que não haja um aproveitamento completo da técnica.


Em primeiro plano, é importante destacar que para a adesão completa da população é necessário que ela entenda o que é e como funciona a técnica. Para Locke, o Estado deve garantir a liberdade do indivíduo, desse modo, deve ser uma escolha dele a doação de seus órgãos ou não. Entretanto, essa decisão hoje é assumida pelas famílias, que muitas vezes estão extremamente abaladas e não acreditam na morte do parente, o que torna a decisão mais difícil. 


Além disso, a falta de infraestrutura em diversos hospitais do país também contribui para a perda, em massa, de pontenciais doadores. De acordo com a Agência Brasil em 2016, 71% dos órgãos que poderiam ser utilizados não foram doados devido a ausência de infraestrutura adequada. Nesse âmbito, mostra-se que há um descaso do Governo com algo que poderia salvar milhares de pessoas. 


Em suma, são necessárias medidas para resolver essa problemática. Portanto, é indispensável que o Ministério da Saúde deve melhorar a infraestrutura dos hospitais pelo país, principalmente nas áreas rurais que há maior negligência, por meio de investimento nessa área. Ademais, em união com o Ministério da Educação, deve promover palestras sobre a importância da doação, principalmente em escolas de Ensino Fundamental, por meio de investimentos e contratação de profisionais capacitados. Para que haja aproveitamento completo dos doadores no país. 

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