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Doação de Órgãos no Brasil

   "Amar ao proxímo como a sí mesmo". A passagem do livro sagrado símbolo do cristianismo sempre foi referência em questões humanitárias e de entrega ao outro. De forma análoga, a doação de órgãos no Brasil enfrenta problemas de apoio social e estrutura médica ideal para ocorrer corretamente, além da falta do interresente publico em mudar tal cenário. Sob este aspecto, convém analisar as principais causas e possível medida para esse impasse.


  Primordialmente, a falta de pessoas adeptas à contribuirem se apresenta como o principal obstáculo no processo de doação, resultado da falta de informação e incentivos pelo Estado. Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), de 6 mil casos de potencialidade, somente 2 mil se tornam doadores, o que demonstra a difícil realidade atual. Desse modo, é inadmissível que em uma sociedade marcada pela intelectualidade e feitos tecnológicos, ainda seja tão omissa a sí mesma.


  Além disso, a falta de infraestrutura e fornecimento de equipamentos na maioria dos centros hospitalares agrava ainda mais a situação. De acordo com o Sistema Nacional de Transplantes do Ministério da Saúde, 70% dos órgãos doados se tornaram inviáveis por falta de medicamentos, reposições hormonais e até mesmo ambiente propício, o que mostra o estado de carência atual. Lê-se, portanto, como nociva a perspectiva de que em um país com alta taxas tributárias, aja com tal descaso com a própria população.


  Logo, o Governo Federal, em parceria com o Ministério da Saúde, deve investir em infraestrutura, por meio de projetos de leis que aumentem a verba direcionadas aos hospitais, com o oferecimento de matériais específicos em transplantes de orgãos, além de campanhas de incentivo a doações, promovendo debates e instruíndo a população da melhor forma possível. Espera-se, com isso, um aumento no número de doações e um fornencimento de saude com qualidade para a sociedade.

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