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Doação de Órgãos no Brasil

   Na obra “Utopia”, do escritor Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual todos os indivíduos tem o pleno acesso aos serviços públicos. No entanto, o que se observa na realidade contemporâneo é o oposto do que o autor prega, uma vez que a doação de órgãos no Brasil apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Esse cenário antagônico é fruto tanto da negligência do Estado, quanto da falta de informação. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos a fim do pleno funcionamento da sociedade.
   Em primeiro plano, é fulcral pontuar que a grande lista de espera para transplantes deriva da baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne a criação de mecanismos que aumente o número efetivo de doações. Segundo Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar da população, entretanto, isso não ocorre no Brasil. Devido à falta de atuação das autoridades, não puderam ser usados mais de 70% dos órgãos doados por falta de infraestrutura. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
   Ademais, é válidos ressaltar a falta de informação como promotor do problema. Nesse sentido, de acordo com o sociólogo Durkhein, a solidariedade social é fruto da consciência coletiva. Logo, as pessoas não tem conhecimento da importância do assunto já que não são informadas sobre o processo de doação de órgãos. Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que contribui para a perpetuação desse quadro deletério.
    Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de aumentar o número de transplante de órgãos, necessita-se urgentemente que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Ministério da Saúde, será revertido em melhorias na infraestrutura dos hospitais especializados em conservação e transplante de órgãos, por meio da importação de aparelhos de última geração, dos Estados Unidos. Além disso, à mídia cabe divulgar, através de propagandas do governo, a importância da doação de órgãos e o seu processo. Desse modo, a coletividade ficará mais próxima da Utopia de More.

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