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Doação de Órgãos no Brasil

  Em The Good Doctor, série de televisão norte americana, os médicos Shaun e Claire participam da difícil missão de manter um fígado sadio, à tempo de levá-lo ao local de transplante do paciente necessitado. Bem como na obra citada, essa problemática persiste no Brasil, especialmente, pela falta de materiais médicos para a manutenção do órgão e pela corrida contra o tempo.


  Em primeiro plano, é importante salientar que o sistema de saúde pública caminha deflagrado  dificultando, assim, a realização dos procedimentos médicos necessários para a efetivação dos transplantes. Nesse sentido, a ausência da infraestrutura básica, o que inclui, prioritariamente, instrumentos e utensílios de serviço clínico, torna o trabalho dos profissionais de saúde muito limitado, impossibilitando desde a conservação dos órgãos até a execução das cirurgias.


  Além disso, faz-se necessário considerar o tempo de vida de tecidos e órgãos após a morte do doador, o qual costuma variar entre poucas horas. Por isso, a agilidade na retirada e no transporte é primordial. Visto que, normalmente as peças precisam ser transportadas de uma região a outra do país, sendo este majoritariamente rodoviário, existe o entrave das longas rodovias e estradas congestionadas.


  Tendo em vista essa atual conjuntura brasileira, é de grande importância que o Ministério da Saúde invista em áreas de recepção de corpos, garantindo sua equiparação médica e instrumental, para atuar com presteza desde a remoção dos órgãos até o reimplante dos mesmos em outras pessoas. Ademais, é de grande valia que o Governo Federal estruture uma via de transporte único para a saúde, por onde tanto ambulâncias, quanto pacientes, em qualquer meio de transporte, possam se dirigir aos hospitais com maior rapidez. Dessa forma, será possível contornar os atrasos nesse contexto.  

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