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Doação de Órgãos no Brasil

   É de conhcimento geral que, a doação de órgão no terrotório brasileiro é uma decisão tomada pela família do falecido, porém, até 1997, todos os cidadãos eram considerados doadores. Contudo, essas decisões não respeitam a individualidade do cidadão, que pode ter apresentado, durante vida, uma vontade contrária a decisão referida.


   Segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), o estado de São Paulo apresentou, em 2012, 1800 doadores em potencial, no entanto, apenas 590 realizaram a doação. Isso se deve por conta da decisão ser influenciada por preceitos éticos e pela apatia da sociedade atual, como é citada pelo filósofo contemporâneo, Zygmunt Bauman, no livro Modernidade Líquida.


   Além dos dilemas éticos, a doação de órgãos exige inúmeros cuidados para sua preservação. E, muitas vezes, o doador não se encontra em uma região onde há os equipamentos necessários, segundo a ABTO, isso faz com que a maioria dos órgãos doados não sejam utilizados.


   Diante os fatos supracitados, nota-se a necessiade de investimento no Ministério da Sáude, tanto para promover campanhas de conscientização da necessidade e benefícios da doação, quanto para equipar hospitais de acesso rápido as regiões necessitadas, para que haja assistência por todas as regiões do território braisleiro.

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