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Doação de Órgãos no Brasil

De acordo com a lei de 1997, todos os cidadãos brasileiros eram doadores. Em 2001 houve a reformulação dessa lei, cuja decisão ficara a ser tomada pela familia. A crendice das familias, trazidas desde uma geração primitiva, ressalta do porquê de não haver tantos doadores.


A questão da doação de órgãos no Brasil é uma problemática, pois os dados trazidos pela ABTO (Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos), mostra que a necessidade é muito vasta, comparada com a disponibilidade que se tem, pois dentre 6 mil pessoas que poderiam ter salvo a vida de aproximadamente 22 mil, somente 30% tornaram-se doadores. Isto demonstra que mais da metade das familias opta por não doar os órgãos. Tal fato, é recorrente da falta de acesso a informação sobre os procedimentos que são feitos.


Dentre a falta de doadores, existe a falta de recursos e insfraestrutura, pois no último semestre de 2014, 71% dos órgãos doados no Brasil, não puderam ser utilizados, porquê o processo para retirada e conservação do órgão exige uma série de cuidados. A insfraestrutura é precária, e resulta em retrocessos, como no caso da doação, que não pode ser feita pois os órgãos não estão mais em condições viáveis.


A midia, é um agente responsável pela propagação de notícias, e que deve fazer junto ao Ministério da Saúde uma campanha que visa conscientizar as familias, de que a doação é uma opção viável, e que deve ser pensada, bem como trazer informacões sobre os procedimentos. As instituições sociais devem também tomar conhecimento do problema em que se encontra hoje a questão de doar, desmestificando os conceitos que estão presentes na sociedade, trabalhando o assunto desde cedo com jovens e as familias, podendo ser por relatos de familias que já passaram por esse momento,  na criação de projetos em que as familias podem desenvolver conhecimento e repasse deles.

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