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Doação de Órgãos no Brasil

No contexto hospitalar anterior ao século XX, os pacientes que necessitavam de novos órgãos para o funcionamento correto do seu organismo pereceriam pela falta de conhecimento da medicina sobre os meios de realizar tais procedimentos, diferentemente dos dias atuais que o avanço tecnológico e científico proporcionou o transplante de órgãos possível. A doação de órgãos, principalmente de pessoas com morte cerebral, tornou-se um assunto cotidiano e relativamente comum nos hospitais no mundo e Brasil, porém a quantidade de pessoas válidas e disposta à doar ainda são relativamente poucas. Tal fato decorre principalmente pela falta de conhecimento sobre a doação entre muitas famílias e pela barreira da crença religiosa.


Em primeira análise, é possível destacar à deficiência de escolaridade da população como um dos principais motivadores que dificultam à doação de órgãos no brasil. Essa situação se dá, uma vez que o transplante ocorre quando o paciente sofre de morte encefálica, que é a perda total e irreparável das funções cerebrais, entretanto o outros órgão do corpo ainda estão aptos e exercendo suas funções o que gera uma dificuldade dos familiares em aceitar a sua morte. Lê-se, portanto, como nociva e prejudicial uma população leiga sobre os assuntos relacionados a doação, visto que o transplante no Brasil é um ato de doação consentida pois somente a família tem o poder de autorizar o ato, mesmo com um documento autorizado pelo paciente.


Além disso, à crença religiosa é um dos motivadores para que muitos pessoas em nossa sociedade optem por não doar. Isso ocorre pois, tanto religiões que não aceitam o ato da doação ou de receber órgãos de outras pessoas, por acreditarem que o corpo é suficiente para a sua própria salvação e que ele irá se recuperar sozinho, e tanto por familiares acreditarem em um milagre que a pessoa volte à vida e não aceitam a sua morte. Com efeito, evidencia-se que, pacientes com morte cerebral e aptos a doarem são impossibilitados pela relutância familiar e por uma espera prolongada afetar aos órgãos e torna-los inválidos ao transplante. Assim gera dificuldade para os familiares entenderem e apoiarem ao transplante de órgãos para salvar vida de outras pessoas.


Fica evidente, portanto, que, para aumentar e melhorar a doação de órgãos do Brasil medidas devem ser tomadas. É necessário que o Ministério da Educação, principal competência que rege o ensino pelo território brasileiro, auxilie em palestras e oficinas direcionadas às populações próximas as escolas. Isso deve ser feito por meio de subsídios direcionados ás equipes dos colégios e faculdades que adotarem à causa de explicar e incentivar sobre a doação de órgãos. O objetivo desse projeto é orientar à como a doação de órgãos pode salvar a vida de pessoas que estão doentes e necessitadas.

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