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Doação de Órgãos no Brasil

     A filosófa Hannah Harent, desenvolve o conceito " banalidade do mal" em que consiste a indiferença das pessoas diante de problemas aparentemente irrelavantes na sociedade. Esse juízo apresenta, de modo atemporal,  a questão da doação de órgãos no Brasil, tendo em vista a baixa taxa de doadores. Dessa forma, cade debater as principais causas e feitos desse revés no país.                                                                                                            A princípio, de acordo com Zygmunt Bauman, "o mal está confinado quando deixamos de reagir ao sofrimento do semelhante". Nessa perspectiva, a neutralidade das pessoas representa um impedimento no combate ao déficit no transplante de órgãos, segundo o portal G1, o número de doadores está muito abaixo do ideal. Logo, esse atual panorama contribui para esse descaso, pois essa apatia social torna o indivíduo, cada vez mais, individualista. Diante esse fator, surgem consequências as quais evidenciam características de uma sociedade egocêntrica.                                                                                             Entre esses efeitos, o que parece se destacar mais, é a angústia do enfermo. Sabe-se, porém, que esse problema é o começo de outros danos que, em conjunto, podem prejudicar ainda mais o indivíduo. Nesse sentindo, o psicoteraupeuta, Leo Framan, afirma que há uma relação diretamente proporcional entre a demora na fila de transplante e o risco do debilitado desenvolver depressão. O mais preocupante, entretanto, são as consequências desse descaso, que além do surgimento de outras doenças, abre cominho para o suicídio. Percebe-se, então, certa urgência na adoção de medidas para minimizar essa problemática.                                                                                                            Dessa forma, são necessárias ações para atenuar essa adversidade. Para tanto, é crucial que o Ministério da Saúde desenvolva uma campanha publicitária acerca da importância da coletividade e divulgue-a nos meios eletrônicos de comunicação, com o fito não só de conscientizar a população sobre a importância da doação de órgãos, mas também fortalecer a afetividade social. Só assim, a teoria da Arent se tornará anacrônica.   

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