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Doação de Órgãos no Brasil

 Segundo o Minitério da Saúde houve um aumento no número de doadores de órgãos no Brasil, passando de 1.653 para 1.765 no primeiro semestre de 2018 em comparação ao mesmo período em 2017. No entanto, contra a partida dessa conquista ainda existe o desconhecimento em torno da doação de órgãos, fator que se agrava com a falta de investimentos em propagandas informativas e palestras educacionais na sociedade.


 Indubitavelmente, a falta de diálogo entre o doador e a família dificulta o transplante no futuro, haja vista que um possivel doador nescessita avisar seus familiares em vida para que tudo possa correr bem. No entanto, há casos que os parentes de luto não conseguem tomar essa decisão com a devida urgência, a negação e a falta de conhecimento sobre a morte encefálica, caso que caracteriza um doador, já resultou em 4.200 transplantes negados, segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (APTO). Circuntâncias que infelizmente são agravadas com a falta de informações no cotidiano.


 É notável, que a falta de investimento em propagandas nos portais midiáticos e de palestras nas escolas abordando a temática doação de órgãos, impulsiona tabus e a falta de informação sobre esse assunto tão relevante para a saúde pública. Enquanto a desinformação existir, o número de pessoas aguardando um trasplante somente aumenta, atualmente somam 32 mil indivíduos que estão á espera de transplante, segundo o site G1. É ultrajante, que a sociedade só tenha contato com esse tema somente no momento que alguém próximo ou o proprio cidadão necessita de um transplante.


 Portanto, é evidente que há obstáculos para a resolução dessa problemática no Brasil. Contundo, salientar o Ministério da Educação e Cultura deve agir implantando na grade curricular escolar o assunto: doação de orgãos, além do mais ministrar palestras e propagandas informativas comandadas por agentes das saúde, voltada para os alunos, país e toda a comunidade, com o intuito de quebrar tabus, sanar dúvidas e estimular a conversa sobre a doação entre as famílias. Dessa forma, espera-se tornar as decisões de famíliares mais rápidas e aumentar o números de doadores de órgãos no Brasil.


 

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