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Discurso de ódio e liberdade de expressão

Liberdade ao extremo
Nas eleições presidenciais de 2014, um verdadeiro campo de batalha se instaurou na internet brasileira. Em prol de suas ideologias, pessoas trocaram ofensas e até mesmo amizades foram desfeitas. Retratos da insciência dos limites da liberdade de expressão. Falta tolerância e sobra agressividade nas principais redes sociais, e talvez o primeito seja um dos maiores problemas no mundo contemporâneo.
Hoje só importa falar. Ouvir se tornou símbolo de fraqueza e submissão. O extremismo tem se tornado cada vez mais usual. Em Novembro de 2016, o redicalismo no Brasil atingiu seu ponto máximo até então. O pai de um jovem de 20 anos atirou contra seu filho repetidamente e em seguida se suicidou. O caso ocorrido em Goiânia e as discussões durante a eleição de 2014 têm motivo em comum: a intolerância e divergência ideológica.
Portanto, nota-se a tendência destes conflitos se intensificarem e saírem do âmbito cibernético. Infelizmente, a falta de preparo das autoridades para com esse tipo de crime é perceptível. Não obstante, registrar queixas contra crimes de ódio não é uma tarefa difícil quando se tem as provas necessárias, o que pode ser um sinal de amenização desse grave problema.
Deste modo, medias paliativas devem ser tomadas para a aceleração da democratização da liberdade de expressão. Tais como a criação de alas específicas de combate aos crimes de ódio online nas polícias Civil e Federal. Já como prevenção, famílias e educadores, com o suporte da mídia, devem passar adiante a mensagem de que o debate violento não é a maneira correta de se expressar. Talvez, com essas medidas, o Art. 5º da Constituição seja respeitado como deve ser.
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