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Discurso de ódio e liberdade de expressão

No início da história, negros, podres, escravos e outros membros de classes desfavorecidas não tinham o direito à liberdade de expressão. Entretanto, essa é uma marca histórica que afeta o século atual em forma de censura primitiva. Algumas pessoas ainda sofrem de boca fechada, pois mesmo que fale, não é ouvida. Por isso, se faz necessário tomar medidas que resolvam ou amenizem a questão.
Atualmente, há muitas manifestações em prol de melhorias na vida da população, mas não quer dizer que todas tenham sido ouvidos pelo governo, continuando na mesmice. Liberdade de expressão não resolve todas as dificuldades e o seu excesso pode constituir em mais transtornos. Como na série "os treze porquês" que foi baseado no livro de mesmo nome e que narra a história de uma adolescente no ensino médio que se suicida, uma vez que seus colegas acham justo julgá-la e ofendê-la. A Constituição Federal defende o direito à vida e reprime tais discursos de ódio, independentemente do motivo, induzido à pena de prisão e multa pelo art. 20. Porém, mesmo com essa iniciativa, há muitos casos sem relato ou que estão obstruídos na justiça, e isso é um problema, já que não passa credibilidade à população, sendo um empecilho para demais denúncias.
Contudo, é nítida a presença de uma linha tênue entre o discurso de ódio e a liberdade de expressão, o qual indivíduos por ter o direito de manifestar livremente a sua opinião, se esquecem do seu dever de ter respeito ao próximo. Sendo assim, gera mais um obstáculo para resolver tal impasse. Já dizia Jean-Paul Sartre: "A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota". A sentença de ódio abre espaço para a violência verbal ou física, e essa, pode causar problemas psicológicos nas vítimas, que sem acompanhamento profissional e familiar pode resultar em doenças como a automutilação e até mesmo a morte.
O governo como regente do país, deve se impor mais sobre as necessidades de seu povo, para que não lhes falte nada de básico para sobreviver e o Brasil possa se desenvolver. Engenheiros de telecomunicações junto com o Ministério da justiça podem desenvolver sites de ouvidoria online e anônima para que medidas sejam tomadas no âmbito que o preconceito se distende. Para isso, a Ordem de Advogados do Brasil e a Ordem de Psicólogos, devem liberar mais profissionais qualificados para cuidar especificamente desses casos e serem levados à justiça e tenham um fim. Já dizia Aristóteles: "A base da sociedade é a justiça". Por fim, o MEC e o Ministério da educação, podem estabelecer aulas de constituição nas disciplinas de história, para que os alunos tenham mais contato sobre as leis, seu direitos e deveres, no intuito de fazê-los mais humanos e menos preconceituosos. Podem também, disponibilizar palestras para pais dos alunos para que fiquem de olho em seus filhos e os reprimem quando ferir alguém ou os ajudem quando for ferido.
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