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Discurso de ódio e liberdade de expressão

No rair de 2015, homens armados adentraram na redação do estúdio " Charlie Hebdo", fuzilaram uma dezena de pessoas entre jornalistas e policias e deixaram muitos feridos no local, pelo fato, de cronistas do jornal terem feito piadas blasfêmias e preconceituosas com a religião Islâmica. Dessa forma, foi aberta um debate midiático que pós de um lado os radicais da liberdade, de outro, o esquadrão da relatividade.Nesse sentido, soluções devem ser levantadas para combater qualquer tipo de violência verbal e preconceituosa.
É importante ressaltar que, de acordo com o sociólogo Zygmunt Bauman, " vivemos em sociedade de modernidade líquida " ,ou seja, as relações não são constituídas coletivamente, mas sim individuais que podem ser facilmente destruídas e desfeitas. Nesse viés, é perceptível que qualquer tipo de liberdade de expressão sobre um assunto precisa ser visto e lido inúmeras vezes , principalmente na internet pois, qualquer argumentação ou opinião pode ofender milhares de usuários , por consequência, esse fato torna-se um debate infinito de criticas e injúrias, visto que, o ganhador será aquele que grita mais sem ter ao menos algum índice de razão.
De acordo com a primeira lei de newton " um corpo permanecerá em repouso se não tiver forças agindo sobre ele". Nesse contexto, fica evidente que a questão do abuso da liberdade de expressão vai continuar a persistir, visto que, a ineficiência judicial perante a casos racistas e homofóbicos não são tratados com ao devido respeito. Um exemplo disso, o caso da Day Mccathy que fez ataques racistas perante a filha do ator Bruno Gagliasso, a qual, situação não recebeu nenhuma pena jurídica. Além disso, a questão do politicamente "correto" , visto que, qualquer tipo de opinião ou piada seja considerada ofensiva, estabelecendo um decrescimento no humor, como por exemplo, " os trapalhões ",que usavam piadas que não eram utilizadas no senso comum.
Desse modo medidas são necessárias para resolver o impasse. O mais importante é planejar soluções que busquem não desarmar a liberdade, o que seria censura, ferindo os direitos de expressão, mas educar, de forma que cada palavra seja consciente, estabelecendo um debate produtivo. Em primeiro plano, as instituições de ensino, junto com o Ministério da Educação, promovendo palestras, discussões e até mesmo projetos que envolvam a proliferação de ideias. Além disso, maior consciência social da população em um determinado assunto, a todo momento procure maximizar o conhecimento em sites e revistas para dar a sua opinião, mesmo se ela ofender alguém, sempre vai ter os dois lados da moeda. Dessa forma, estabelece uma base existencial de respeito e harmonia.
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