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Direitos Humanos

A ONU não é humanista
Os Direitos Humanos é o conjunto de garantias e valores universais que tem como objetivo garantir a dignidade humana, no entanto, a instituição que representa mundialmente essas garantias apresenta enormes incongruências em suas ações. Sem dúvida, o Comitê de Direitos Humanos da ONU não tem condição moral para ser um parâmetro de defesa desses princípios.

Em primeiro lugar, é preciso evidenciar que relatórios da ONU parecem ignorar a situação dos demais países do Oriente Médio, que reconhecidamente infringem os direitos humanos. Observando os documentos emitidos pela própria entidade, é altamente perceptível que somente um país está sendo majoritariamente prejudicado. Porém, o citado território não foi tomado por alguma ditadura sanguinária, como Cuba ou a Coréia do Norte, também não é uma nação governada por um tirano que diz que uma eventual conflito com seu país seria o mesmo que uma formação da mãe de todas as guerras, como o Irã, e nem é uma pátria em que o seu presidente deixa a população morrer de fome enquanto faz viagens luxuosas bancadas com dinheiro público, como a Venezuela. Pelo contrário, segundo os relatórios da própria instituição, Israel, que é a única democracia do oriente médio, sozinho tem mais sanções do CDH do que todos os países citados juntos, cerca de 40% das decisões.

Deste modo, os fatos demonstram que caminhamos para o lado oposto. Ou seja, um país que está em guerra, responsabilizado por 46.000 mortes, está sendo menos respeitado do que o Estado da Coréia do Norte que, com o sistema de governo responsável por mais de dois milhões de mortes, recebeu apenas 5% das condenações da ONU. Ainda mais, a Nigéria, com 1 milhão de mortes, e a China, com um regime que matou de 20 a 75 milhões de pessoas, nunca receberam sanções do comitê mencionado. Paralelamente a isso, outro fato que podemos observar como um exemplo histórico da falta de humanismo dessa organização, é a votação de 1975, na qual o sionismo, (movimento que tinha como objetivo proteger os judeus contra o racismo) foi considerado uma mobilização racista. Consequentemente, na última conferência de Direitos Humanos, o ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em uma palestra, defendeu a aniquilação de Israel e disse que o sionismo é a raiz do racismo no mundo.

A legitimação de ditaduras não é uma atitude humanitária. Portanto, torna-se evidente que, em se tratando da defesa aos Direitos Humanos, as decisões desse órgão não devem ser uma forma de representação válida disso. Entretanto, esses direitos precisam estar garantidos em todas as nações. Para isso, é necessário um boicote a nível mundial dos países que não aprovam tais posturas como uma forma justa de assegurar tais medidas. Esse projeto contará com a união dos governos em parceria com as mídias sociais, para uma mobilização popular comum. As autoridades deverão subsidiar as alternativas de esclarecimento social sobre o que ocorre de fato com o CDH, e oferecerem ajuda mútua para que outros Estados também possam entender e aderir a causa. Logo, com a maioria dos países recusando parte da autoridade desta instituição e com uma parcela das populações democráticas já compreendidas sobre o assunto, as ditaduras e governos que vão contra os direitos humanos, irão progressivamente perder sua força geopolítica e, consequentemente, sua legitimidade global. Posteriormente, deve haver um esclarecimento feito por estudiosos e pesquisadores sobre como aplicar localmente as medidas racionais que ajudem e certifiquem que esses direitos fundamentais estão sendo implementados.
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