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Direitos Humanos

Injustiça, favoritismo, preconceito: isso dizem os brasileiros quanto aos Direitos Humanos no país. Alegando que indivíduos de classes economicamente inferiores são privilegiados, parcelas da população se veem prejudicadas e vítimas de certo 'preconceito estatal'. Contudo, a situação não se desenrola desse modo, visto que tal discriminação parte, em verdade, do próprio povo, que acaba exercendo justiça sem a presença do Estado.
É notório o preconceito dos cidadãos em geral com pessoas de menor renda. Associando esse setor da população à violência e à criminosidade, indivíduos de classe média - principalmente - e até mesmo de classes mais baixas enunciam a máxima "só pobres e bandidos tem direitos no país". Tal concepção mostra-se fruto de uma ignorância enraizada a respeito do tema, visto que a aplicação dos Direitos Humanos é universal e não distingue os cidadãos, seja no Brasil ou em qualquer outro país membro da Organização das Nações Unidas.
Um reflexo desse preconceito presente na mente do cidadão brasileiro é a conhecida 'justiça com as próprias mãos', que pode resultar em agressões, linchamentos e até mortes. Há, notavelmente, uma grotesca contradição nesses atos, pois vão diretamente de encontro ao direito à vida e à segurança, garantidos na lei, além de serem claramente bárbaros.
Diante do apresentado, são perceptíveis os vários impactos negativos do problema em questão no Brasil. Logo, é essencial que o Estado aja rigorosamente no combate às ações que descumprem o previsto na Declaração Universal dos Direitos Humanos, estabelecendo punições mais severas e coerentes. Ademais, o governo deve promover debates acerca do tema em escolas e ambientes coletivos de modo a conscientizar a população, que, mais humana, enfim passará a coexistir harmoniosamente.
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