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Direitos autorais e plágio na internet

 Com advento da Revolução Técnico-Científica do século XX, a internet foi inventada e modernizada ao ponto de possibilitar conexão instantânea a conhecimentos infinitos. Todavia, algo que a priori parece benéfico, acarretou em impasses prejudiciais aos usufruidores do meio, devido a falha no sistema de controle de Direitos autorais e plágio na rede, que se faz presente não só pela ausência de punição aos violadores, mas também pelo uso inadequado dos usuários a gama de informações disponíveis.


 Em primeira análise, o importante físico italiano Galileu Galilei no século XVI tem registrado entre um de seus grande feitos a patente de invenção do telescópio, porém foi comprovado depois de alguns séculos que o verdadeiro criador do objeto foi o holandês Hans. De acordo com o fato, e retomando a ploblemática atual, sabe-se que é complexo manter uma fiscalização bem sucedida no âmbito virtual, visto que não ocorre julgamentos executivos baseados na legislação. Com isso, utilizadores da conexão aproveitam-se dessa lacuna e fazem uso de obras de outros autores, sendo elas músicais, textuais ou cinematográficas, em privilégio próprio, ignorando os direitos dos mesmos.


 Outrossim, segundo a relatora da ONU Karina ''a educação é a chave para abrir outros direitos humanos'', desse modo a cultura instaurada em meio acadêmico nos jovens brasileiros, de plagiar as fontes da web com intuito de ser aprovado ao invés de aprender, reflete em uma formação precária, que tem por fim, por exemplo, resultados preocupantes em vestibulares de ingresso a universidade. Tem-se como exemplo, o desempenho alarmante de alunos no ENEM de 2019, em que, conforme índices do MEC, dentre os quatro milhões de alunos que prestaram a prova, cerca de 50%, obtiveram notas abaixo da metade da pontuação máxima. Consequência direta do uso impróprio dos meios de pesquisas oferecidos na rede.


 Pontanto, mediadas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Tecnologia juntamente ao Ministério da Educação deve monitorar e instruir a população por meio de um projeto de lei a ser entregue à Câmara dos Deputados. Nele tem de constar a instalação de softwares de detecção de plágios e violações aos Direitos autorais, que indentifiquem os infratores e os encaminhem para julgamento. Somado a isso, promover na grade curricular dos jovens, conteúdos relacionados ao manuseio correto das informações disponíveis  na internet. Espera-se com essas medidas que o ferimento dos Direitos atuorais e a ocorrência de plágios sejam freados no Brasil.

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