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Direitos autorais e plágio na internet

Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita na qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e defeitos. Conquanto, o que se observa na realidade contemporânea vai em oposição às prerrogativas do autor, uma vez que os direitos autorais e plágios na internet são óticas opostas na sociedade, deturpando os planos de More. Esse cenário é fruto de duas vertentes: os indivíduos praticam a cópia indevida de obras autorais, sem saber os agravantes de tal manobra, assim como o sujeito em rede busca um benefício próprio.



Precipuamente, é fulcral pontuar que o mecanismo de plágio no contexto da internet é maximizado devido a falta de conhecimento do ser diante da prática ilegal. De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU, todos os cidadãos em coletividade têm o direito à informação e ao acesso à internet, todavia essas garantias não livram a coletividade de ações indevidas e, nesse sentido, o sujeito assume um papel fundamental, pois o desconhecimento da lei favorece o cenário visto na sociedade, principalmente, em âmbitos educacionais. Nesse prisma, é imperativo salientar a importância dos meios de ensino frente ao sujeito, tendo em vista que o cidadão é moldado pelo ambiente ao qual está inserido e, assim, habituado à reprodução de costumes.



Além disso, faz-se mister salientar que o próprio sujeito é promotor da problemática ao procurar benefício próprio. Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polônes, as relações na comunidade estão fragmentadas, em decorrência da “Modernidade Líquida”, a qual fragiliza as interações interpessoais hodiernamente. Nesse sentido, é fundamental dizer que ao realizar cópias indevidas sem o devido consentimento dos autores, ocorre o fortalecimento da teoria de Bauman e, por conseguinte, da fragilização social. Assim, é importante dizer que o ser tenha o discernimento devido ao realizar transcrições textuais, ou de outras obras autorais, no ambiente da internet, porque as ações individuais e coletivas podem ocasionar uma dissociação social desnecessária.



Portanto, urge que o Governo promulgue a campanha “Plágio Não” e, por intermédio do Ministério da Educação, disserte sobre o malefício dessa prática para o ser e suas consequências criminais em centros de educação e em rede, com a finalidade alertar o sujeito sobre práticas ilegais, mitigando os índices de plágio na sociedade. Assim, os problemas da temática serão superados e a comunidade atingirá a utopia de More.

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