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Dessalinização da água

  No limiar do século XVIII, o iluminismo pregava que uma sociedade só progride quando seus cidadãos mobilizavam-se para resolver o problema de outras parcelas do corpo social. Indo contra esse ideário, o brasileiro pouco tem feito para resolver a problemática das constantes crises hídricas nacionais. Isso é confirmado não só pela quantidade de brasileiros que desperdiçam água, mas também pela ineficiência governamental em comedir esse revés nacional.


  A princípio, é grande a quantidade de pessoas que desperdiçam recursos hídricos nas atividades diárias, uma vez que esse número é devido, em grande parte, pelo costume popular de achar que a água potável é um bem infinito e por isso pode usá-la em atividades supérfluas, como lavar calçadas. Tal fato é confirmado por uma reportagem do portal G1, de 2018, segundo a qual o brasileiro desperdiça 37% da água tratada. De modo que, essa matéria termina por ratificar um juízo do filósofo Sócrates de que ‘‘os erros são consequência da ignorância humana”, no caso, a utilização não racional desse bem escasso e precioso para sobrevivência animal e vegetal.


  Além disso, a falta de políticas públicas mais eficazes para mitigar essas crises hídricas fera a Constituição Federal que há 31 anos prometia uma nação com viés de bem-estar social. Dessarte, o Estado não criou mecanismos eficientes para conter tal conjuntura nacional, expondo os cidadãos às consequências que esse problema ambiental junto à falta de planejamento público na área pode trazer para os cidadãos, como os racionamentos constantes de água. Por conseguinte, o país atual encontra-se diferente daquele outrora idealizado na Carta Magna de 1988. Dessa forma, o Brasil ficou distante desse modelo constitucional de nação.


  Logo, essa problemática e as falhas nas ações de Estado que o maximiza devem ser combatidos. Nessa perspectiva, cabe ao Ministério do M. Ambiente e estados, por meio de resolução que gera aplicabilidade imediata, criar programa nacional de combate a seca com construção de barragens artificiais, rede de adutoras ligando as cidades e veicular campanha publicitárias, informando à população que a água doce é finita e por isso devemos usá-la de forma racional, a fim de garantir o abastecimento e preservar o ciclo natural desse bem. Assim, o Brasil será uma nação que segue a lei e os preceitos iluministas de sociedade

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