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Desmilitarização da Polícia Militar

Desde o fim da ditadura, as principais instituições do país foram reformadas, como a educação, a saúde e até uma nova Constituição foi formulada. No entanto, a polícia militar continua a mesma, com comportamentos análogos aos ditatoriais, no qual a violência e o desrespeito aos Direitos Humanos prevalecem.
A priori, como diz Oscar Vilhena, da Fundação Getúlio Vargas, as ações da polícia transparecem a impressão do que é civil, seja manifestante ou suspeito de crime, é um inimigo da sociedade. Ou seja, a PM, em vez de garantir os direitos, suprime-os e passa por cima da lei, impedindo a livre manifestação. Um exemplo disso foi durante a manifestação pela revogação do aumento no preço da passagem do transporte público, no ano de 2013, em São Paulo, onde a violência policial culminou na agressão dos manifestantes. A polícia não se vê como uma entidade para defender os direitos dos manifestantes, e sim os encara como um problema, partindo para a agressão.
A posteriori, a mentalidade violenta que cerca a PM provém do treinamento policial em moldes militares, típicos das Forças Armadas, e da hierarquia militar. Tais fatos impedem que, ao demandar obediência imediata às ordens superiores, impede que os policiais tomem uma resolução de conflitos descentralizados, com maior flexibilidade e atenta às demandas da população.
Portanto, é visível que a polícia militar em vez de defender o cidadão, tornou-se ela mesmo uma ameaça à população, sendo assim, necessário uma desmilitarização da polícia militar. Para tal, é preciso que o Governo, por meio de propagandas na televisão, rádio e jornais, busque esclarecer à população e aos policiais, de todas vantagens que a desmilitarização pode proporcionar a sociedade. Além disso, é necessário, com a ajuda da mídia, que se quebre o tabu, tal como: "a desmilitarização vai acabar com a polícia. Outra medida paliativa cabe à população, que deve distribuir cartazes e panfletos contendo informações como da Costa Rica, que desmilitarizou a polícia em 1949 e hoje é o país menos violento da América Latina.
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