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Desmilitarização da Polícia Militar

Nos últimos anos, a intensificação das manifestações tem contribuído para a discussão da situação da Polícia Militar no Brasil. Nestes protestos, percebe-se ações violentas advindas deste grupo como represálias à população, que vai as ruas para demonstrar seu descontentamento com o Estado. Sendo assim, vê-se que nós, brasileiros, quais deveriam estar usufruindo da proteção nacional por parte destes, tornamo-nos vítimas de um sistema corrompido.
Deste modo, a comunidade deve deixar de ser palco de atitudes trágicas da PM. Casos como o do menino de 10 anos, supostamente morto em um confronto policial em 2016, fazem-nos questionar se a segurança pública oferecida é a melhor opção para o país. Visto que, o número de mortes em situações como a descrita acima, fazem parte do nosso cotidiano. Portanto, inocentes morrem quando na verdade deveriam estar recebendo um tratamento mais humanizado. Desta forma, uma polícia mais presente no meio social e menos agressiva se faz necessária.
Além disso, é notório que a ausência de direitos trabalhistas para estes configura-se como um problema. Sabe-se que, nós como cidadãos, esperamos que nossos Direitos Humanos sejam respeitados, o que não acontece, em parte, com a polícia militar, que é excluída de alguns. Posto isso, infrações, como aliar-se a organizações criminosas, são alguns dos resultados que podemos obter e que é de extremo transtorno à nação, que sofre pesadamente com isso, tendo àquele que deveria confiar, configurando-se em seu mais novo inimigo.
Diante dos fatos supracitados, é preciso reverter o status quo da Polícia Militar no Brasil. O governo pode incentivar encontros com os países europeus, para que estes possam lhe informar mais sobre seus modelos de segurança pública, ajudando-nos numa possível transição. Assim como, a Secretária Nacional de Segurança Pública deve intervir e punir àqueles que se contraporem as leis, como juntar-se aos seus rivais.

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