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Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado
"O importante não é viver, mas viver bem." Para Platão, a qualidade de vida tem tamanha importância que ultrapassa própria existência. No entanto, quando se observa as desigualdades sociais, no Brasil, verifica-se que esse ideal filosófico é constatado na teoria e ignorado na prática, não só pelo descaso com a população mais pobre, mas também pela alta concentração de renda.
Em primeiro lugar, destaca-se o papel feito pela sociedade como impulsionadora do problema. Conforme o dito por Martin Luther King: "A injustiça num lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo o lugar." Sob tal ótica, uma comunidade, acostumada a frequentes episódios de impunidade e corrupção, vê as desigualdades como coisas inerentes à realidade do país, gerando, por sua vez, um distanciamento cada vez maior entre as classes sociais, já que nada é feito. Nesse cenário, a desigualdade é uma injustiça, pois impede o desenvolvimento das capacidades individuais, como o acesso a direitos básicos, como segurança, saúde e educação.
Além disso, é indubitável que a altíssima concentração de renda esteja entre as causas do problema. Consoante ao artigo 5º da Constituição de 1988, são garantidos os diretos à vida, à liberdade e à igualdade. Entretanto, vê-se que isso não é garantindo quando as liberdades individuais e o direito à cidadania são afetados, pois a desigualdade social atinge a maior parte dos brasileiros, sendo o resultado da distribuição dos recursos financeiros entre um pequeno grupo de pessoas. Vista disso, um dos maiores desafios.
É evidente, portanto, que ainda há obstáculos para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Dessa maneira, cabe ao Estado e ao Capital Privado a criação de mais postos de trabalho em âmbito nacional, através de investimentos e maior facilidade na abertura de pequenas, médias e grandes empresas, privadas ou não, de modo que o objetivo seja empregar as pessoas socioeconomicamente frágeis, além de criação de cursos de capacitação gratuitos para que o crescimento desses novos postos de trabalho se torne mais estável . Dessa forma, com base no equilíbrio proposto por Aristóteles, essa problemática e seus aspectos serão, gradativamente, minimizados no país.
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