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Desigualdade social no Brasil e no mundo: um desafio a ser superado

Durante a principal fase da história do Capitalismo- as revoluções industriais-, observou-se a ocorrência de relações desiguais de trabalho, concomitantemente à concentração de renda e poder por um seleto grupo de indivíduos. Tal fenômeno perpetua-se até a contemporaneidade, no século XXI, no Brasil e no mundo, tanto por fatores históricos, sociais e políticos, gerando a desigualdade social e tornando necessária a tomada de medidas para solucionar o impasse.
Em primeiro lugar, é válido analisar que a desigualdade social corrompe a ideia de Estado de bem-estar social e promove o desrespeito aos direitos humanos. Em 1948 foi promulgada a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, com garantias de acesso à saúde, educação e segurança por todos os indivíduos. Não obstante, a desigualdade presente impede o acesso a direitos básicos e mínimas condições de sobrevivência. No caótico espaço urbano, a segregação socioespacial faz-se presente, com favelas e cortiços convivendo proximamente com os conhecidos enclaves fortificados (edifícios de luxo). Tal fato é corroborado pelo Coeficiente de Gini, que mede a concentração de renda, em uma escala de zero a um, em âmbito mundial, no qual o Brasil ocupa uma das primeiras posições.
Em segundo lugar, é fundamental ressaltar que a desigualdade social é gênese de outros impasses, tais como desemprego, violência e criminalidade. Pelo fato de apresentarem recursos limitados, a população de baixa renda opta pela sobrevivência e. em segundo planos ficam os investimentos em educação e lazer, por exemplo. Destarte, a prole, ao ser gerada, tende a adotar o mesmo comportamento. Com ausência de ensino básico e superior, a população que sofre com a exclusão social ocupa empregos informais, com ausência de carteira assinada, contribuindo para a elevação do índice de desemprego e pobreza. Portanto, é notório que a desigualdade perpetua-se em níveis alarmantes, seguindo um infindável círculo vicioso.
Diante dos argumentos supracitados, medidas tornam-se necessárias a fim de solucionar o impasse. O Governo, em parceria com o MEC (Ministério da Educação), deverão incentivar a educação em locais de baixa renda, através da construção de escolas e instituições de ensino, pois, como afirmou Immanuel Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele0000 as empresas, em geral, possibilitar a inserção de tais pessoas no mercado de trabalho, através de cargos que propiciem a sua especialização e aprimoramento profissional, possibilitando a melhora nas condições de vida de tais indivíduos0000 e, por fim, o terceiro setor, composto por ONGs (Organizações não-governamentais), incentivar atividades sociais e de reinserção na sociedade para indivíduos diversos, minimizando a exclusão e desigualdade social.
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