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Desenvolvimento sustentável

Desde a 1ª Revolução Industrial no século XVIII, entendia-se que o progresso de uma nação relacionava-se diretamente com sua taxa de industrialização. Nessa perspectiva, é notável que o conceito de desenvolvimento econômico que foi adquirido após a Revolução Industrial, trouxe negligência dos países mais industrializados nas questões referentes a preservação ambiental na contemporaneidade. De fato, no contexto social brasileiro, a degradação ambiental tornou-se uma querela causada pela omissão do Governo no que tange à garantia da sustentabilidade no país.



Em primeiro plano, o Estado é agente ativo imprescindível para a implantação de medidas que garantam o desenvolvimento sustentável dentro dos ambientes fabris. No entanto, o Poder Público brasileiro é omisso na temática e tal passividade reflete diretamente na preocupante 56ª colocação da nação entre todos os países no relatório de sustentabilidade da ONU formulado em 2018. Logo, torna-se inadmissível que o Poder Público seja omisso nesta questão de relevância social.



Ademais, vale ressaltar que a desatenção do Governo brasileiro no que tange à preservação ambiental trará consequências negativas para as próximas gerações, uma vez que os recurso naturais são limitados. Nessa ótica, Jhon Locke, célebre filósofo inglês, atribui ao Estado a responsabilidade de garantir a sociedade meios para a manutenção da qualidade de vida da população, no que tal pensador definiu como "contrato social". Entretanto, com a acentuada degradação ambiental presente no Brasil causada pelas indústrias, o Estado não está garantindo a qualidade de vida das próximas gerações, quebrando, assim, o "contrato social" proposto por Locke.



Portanto, urge que o Ministério do Meio Ambiente formule leis rígidas contra a degradação ambiental, que deverão ser feitas com a parceria do Poder Legislativo, para que seja promovido dentro dos ambientes fabris a ideia de desenvolvimento sustentável amparada em lei e, dessa forma, o Estado garantirá de forma efetiva a qualidade de vida das próximas gerações. Somado a isso, torna-se imprescindível também que a sociedade leiga seja conscientizada, através de comerciais informativos disponibilizados pela mídia socialmente engajada, sobre a importância da prevenção ambiental, com a finalidade de que a nação progrida de forma sustentável, destoando o ideal de progresso proposto pela Revolução Industrial.

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