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Desaparecimento de pessoas no Brasil

1991. Oito anos de idade. Nunca foi encontrado. Guilherme, há 28 anos, desapareceu enquanto brincava, em Curitiba, até hoje provocando sequelas na família. Não obstante, atualmente, o desaparecimento de pessoas no Brasil é um agravante pouco suscitado. Sob tal ótica, o sistema precário de segurança pública e o abalo psicológico nas famílias afetadas são fatores que precisam ser superados para que essa questão seja mitigada.


A priori, é válido salientar a falta de políticas públicas que visem segurança. Segundo o pensamento do filósofo Friedrich Hegel, é dever do Estado proteger os seus filhos. Analogamente, o péssimo monitoramento por câmeras de segurança, a falta de policiais nas ruas e o sistema de busca por desaparecidos precisando ser reformulado, visando maior eficiência, acabam por comprovar a importância do pensamento de Hegel. Dessa forma, o espaço de atuação do criminoso para fazer o sequestro torna-se mais acessível.


Outrossim, vale mencionar a maneira como isso afeta a estrutura psicológica dos familiares. De acordo com a pintura de Francisco de Goya, o sono da razão produz monstros. Fora da arte, tendo em vista o não acompanhamento com psicólogo, o indivíduo sofre, sem saber o que aconteceu com a pessoa que sumiu, ficando na expectativa de novas informações. Desse modo, a pessoa cria, com muita aflição, pensamentos negativos que não fazem bem para a própria saúde mental.


Fica evidente, portanto, que o desaparecimento de pessoas é preocupante. Para tanto, urge que o Governo Federal em parceria com a Polícia Federal crie, por meio de verbas governamentais, um programa que busque impulsionar publicações em redes sociais com informações sobre o desaparecido a fim de atingir mais pessoas e, por consequência, tranquilizar os familiares. Os anúncios aparecerão de acordo com a localização do internauta. Somente assim, será possível reverter o caso e, ademais, evitar mais acontecimentos como o de Guilherme.


 

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