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Desaparecimento de pessoas no Brasil

   A ditadura militar brasileira é marcada não só pelo poder totalitário, mas também pelos inúmeros sumiços que nunca foram solucionados. Contudo, após o fim do regime militar, seja por carência de delegacias especializadas ou por negligência nas fiscalizações, o drama em busca por pessoas desaparecidas se perpértua.


   Primeiramente, é interessante ressaltar que no Brasil há somente uma delegacia, SICRIDE—Serviços de Investigação de Crianças Desaparecidas—, especializada em rapto e, nesse viés, é preciso abranger para todas as faixas etárias. De acordo com o Ministério da Justiça, 250 mil pessoas desaparecem, a cada ano, sem deixar vestígios. Em síntase, a falta de politicas públicas e socias contribuiem para a continuidade desta problemática.


   Outrossim, as preparações policiais nas investigações são negligenciadas pelo próprio sistema. A desorganização na fiscalização da documentação, pois é dada, muitas vezes; informações enganosas e a fragilidade das fronteiras, contribuiem para o retardo do resgate. Aristóteles diz que a base da sociedade é a justiça. No entanto, o Estado se mostra ineficaz sobre este assunto, já que os números dos desaparecidos são poucos solucionados.


   Portanto, é notório que o Estado tome providências para amenizar tal problemática. Urge, que o Ministério da Justiça crie uma legislação de caracter rigorosa para diminuir os praticantes desses delitos. Ademais, é dever do Ministério da Segurança, investir e aprimorar o sistema de investigações nas documentações e fronteiras, para não haver facilidade nos raptos. Apenas assim este drama acabará e não será mais comparada com os desaparecimentos da ditadura militar.

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