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Desafios para superar a homofobia no Brasil

"Dos filhos deste solo és mãe gentil, pátria amada Brasil". O hino nacional brasileiro menciona a nação de forma acolhedora aos seus cidadãos. No entanto, a realidade da homofobia mostra que o país não tem sido tão cordial a todos os seus habitantes, uma vez que a comunidade de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transsexuais (GBLT) encontra desafios educacionais e humanitários para serem respeitados.
De início, a cultura do ódio aos GLBT?s, causada por deficiências nas estruturas educacionais, deve ser evidenciada nas escolas. Nesse sentido, considerando que ensino público já foi, historicamente, utilizado para construções ideológicas sociais, como o fez Adolf Hitler na promoção do nazismo, consolida-se a tese de Immanuel Kant, a qual diz que o homem é fruto de sua educação. Logo, o debate escolar pode auxiliar no combate à homofobia.
Outrossim, o altruísmo deve se fazer presente para a resolução do impasse. Contudo, falta na sociedade a aplicação da filosofia aristotélica, prevista na obra "Ética a Nicômaco", a qual pressupõe que as relações interpessoais devem ser construídas quando um deseja ao outro o mesmo que para si mesmo. Assim, se nenhum cidadão deseja ser rejeitado, socialmente, a promoção da empatia é um desafio humanitário capaz de reduzir a homofobia.
Convém, portanto, que o Ministério da Educação e Cultura acrescente na matriz escolar o assunto do respeito às diversidades sexuais, por meio de aulas de cidadania, ministradas por professores de sociologia, não somente no ciclo do ensino médio, mas também no fundamental, a fim de ensinar aos alunos os valores como alteridade e empatia, para que se resguarde o direito de todo cidadão ser respeitado. Destarte, o Brasil se tornará a pátria gentil a todos os cidadãos, conforme o hino do país.
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