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Desafios para superar a homofobia no Brasil

O artigo 1° da Constituição Federal de 1988, tem como um de seus principais fundamentos a dignidade humana. Tal direito, entretanto, é diariamente negado aos cidadãos homossexuais que são atacados e agredidos por sua orientação sexual. Nesse contexto, não há dúvidas que a superação da homofobia no Brasil é ainda um grande desafio a ser superado.
Convém ressaltar, a princípio, a questão política na persistência da LGBTfobia no Brasil. Consoante Aristóteles, a política serve para garantir a felicidade do cidadão, logo verifica-se que esse conceito encontra-se deturpado em nosso país visto que os índices de violência e preconceito contra a população homossexual já são alarmantes, sendo o Brasil, segundo dados ONG Transgender Europe, o pais que mais mata homossexuais no mundo. Demonstrando, dessa forma, uma incapacidade do sistema judiciário brasileiro na elaboração de leis que proteja essa parcela da população.
Outrossim, destaca-se o preconceito como impulsionador do problema. A herança preconceituosa deixada pelos séculos de dominação portuguesa, sendo que o próprio país europeu apenas descriminalizou a homossexualidade em 1982, formou a sociedade brasileira baseada no tradicionalismo e intolerância. Em outros termos, apesar de a homossexualidade nunca ter sido criminalizada no Brasil ainda somos um dos países mais homofóbicos do mundo, visto que a união homoafetiva só foi aprovada no ano de 2013. Assim uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para transpor tais preconceitos historicamente enraizados.
Em virtude dos fatos supracitados, medidas são necessárias para que se atenue a problemática. Para isso, é necessário que o Ministério da justiça deve criar e reformular leis de proteção específica para essa parcela da população de acordo com a sua individualidade, também deve promover mais postos de assistencialismo para pronto atendimento, afim de garantir a integridade física dos cidadãos homossexuais. Ademais, as escolas devem capacitar seus docentes e equipe pedagógica para que trabalhem e preguem a inclusão e assim forma a partir desses jovens uma sociedade menos preconceituosa. Dessa forma, é possível fazer valer o artigo 1° e garantir a dignidade a todo cidadão brasileiro, independente de sua orientação sexual.
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