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Desafios para superar a homofobia no Brasil

Segundo o filósofo George Santayana "aqueles que não se recordam do passado estão condenados a repeti-lo". Nesse sentido, parece que parte dos indivíduos, na atualidade, esquecem-se dos cruéis tratamentos recebidos por homossexuais na Idade Média, haja vista que a violência contra a classe LGBT, ainda é disseminada na sociedade. Essa conjutura, certamente, tem persistido devido não somente ao descaso governamental mas também pela ignorância que segue enraizada na sociedade, pelo preconceito.

Sobre essa perspectiva, é válido destacar a Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU em 1989, que ressalta a liberdade como um direito inerente a todo e qualquer ser humano. Contudo, vê-se que, em âmbito nacional, como consequência da ineficiência estatal, esse direito não tem sido efetivo na prática, visto que parte da comunidade homoafetiva se encontra "aprisionada" pela homofobia. Dessa forma, muitos deles não declaram publicamente sua orientação e/ou opcão sexual, pois temem represálias de indivíduos intolerantes, isso, com toda certeza, contraria o ideal de ser livre.

Outrossim, tem-se a intensificação desse ímpasse pela falta de conhecimento da maioria dos cidadãos que, assim como as pessoas do Mito da Caverna, de Platão, vive presa a um único e ultrapassado ponto de vista que passa, então, a ser a sua realidade absoluta. Destarte, o pensamento dessa parcela social fica limitado, tendo em vista que esta se torna incapaz de perceber que as diferenças existentes nos seres humanos são o que os fazem tão únicos em relação aos outros animais. Logo, é notório que o desconhecimento referente á diversidade sexual, fada ainda mais o preconceito contra homossexuais no país.

Para tanto, faz-se dever do Poder Legislativo, com o intuito de preservar a integridade física e moral dos LGBTS e punir qualquer tipo de violência contra esta classe, a criação de uma lei, por meio dos Deputados Federais, para criminalizar a homofobia no país e, com isso, findar o preconceito heteronormativo na sociedade. Além disso, o Ministério da Educação deve instituir como obrigatório, em todas as escolas, o ensino didático das diferentes relações afetivas que existem no contexto social, por meio de peças teatrais e musicais apontando, antes de tudo, a importância do repeito a cada uma delas. Desse modo, como efeito de tais ações, espera-se que todos os indivíduos consigam olhar para o fora da "caverna" e enxerguem a verdadeira realidade tal como propôs Platão.
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