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Desafios para superar a homofobia no Brasil

O filme "Meninos não choram", baseado em uma história real, conta o drama e preconceito sofrido/vivido por um garoto que tem um corpo biologicamente feminino, mas se identifica no gênero oposto. No entando, quando se observa casos de homofobia no Brasil, pode-se vivenciar cenas do filme, em que a forte presença do machismo e a intolerância sexual falam mais alto que o respeito.
Em primeiro lugar, é válido ressaltar um artigo presente na declaração universal dos direitos humanos, que diz " todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos". De maneira análoga, é possível perceber, no Brasil, a homofobia oriunda principalmente de uma sociedade machista, haja vista que o índice de práticas de violência verbal e física contra comunidade LGBT ( Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis)- minoria que luta diariamente por dignidade, igualdade e respeito- é grande, rompendo a harmonia da declaração universal. Ademais, há pouco tempo, os travestis conseguiram o direito de registrar o nome social, em contrapartida, é o grupo que mais agridem e matam. entretanto a homofobia não é justificativa, e precisa ser combatida.
Além disso, a intolerância sexual atua paralelamente com o machismo, sendo outro impulsionador do problema. De acordo com o escritor Theophile Gautier "A violência leva à violência, e justifica-a". Seguindo essa linha de pensamento, observa-se na prática os conflitos gerados simplesmente pela intolerância à orientação sexual do outro. E, de acordo com um levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia, a cada 25 horas uma pessoa que faz parte da comunidade LGBT é morta. O que demonstra a gravidade dessa violência. Ainda, na maioria das vezes, o preconceito parte da família, acarretando outros problemas, como transtornos mentais, o que pode levar ao suicídio, e à prostituição pela falta de inclusão social. Até quando essa opressão e ódio gratuito vão interferir nas opiniões alheias ?
Portanto , medidas são necessárias para resolver o impasse . É imprescindível que o Ministério da Justiça fiscalize a aplicação da lei vigente para a criminalização da homofobia. Paulo Freire disse que a educação transforma as pessoas e essas, o mundo. Logo, o Ministério da Educação deve instituir às escolas, palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate a homofobia e que sejam abertas ao publico, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus, facilitando a construção de uma sociedade justa.
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