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Desafios para superar a homofobia no Brasil

Desengavetando a liberdade
É perceptível que a comunidade LGBT adquiriu uma maior participação na sociedade brasileira. Entretanto, permanecem vivos desafios a serem superados em relação à homofobia no Brasil, obstáculos esses inerentes às violências constantes e a dificuldade parlamentar.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, houve um aumento de 30% nos homicídios de LGBTs em 2017 em relação ao ano anterior, passando de 343 para 445, acontecendo, principalmente, com arma de fogo e nas ruas. Com toda a certeza são dados estarrecedores, eles demonstram que, mesmo com os avanços, um retrocesso prejudicial ocorrem em toda a sociedade, pois, a partir do momento em que mortes, agressões e humilhações acontecem devido a opção sexual de um indivíduo, outras pessoas terão medo de se assumir e se libertar já que há uma forte discriminação existente no Brasil. De certo, o direito de isonomia está sendo gravemente ferido, em virtude da escassez de liberdade sofrida pelos homossexuais.
Do mesmo modo, a representatividade LGBT presente no Congresso Nacional é constantemente alvo de perseguição, assim, alvejando os projetos apresentados por representantes da causa. Temos, por exemplo, o projeto, parado a 4 anos, "Crime de ódio" de autoria da deputada Maria do Rosário, que permite aumentar penas, de um terço até a metade, quando o delito for motivado por diversos tipos de discriminação, entre elas contra a orientação sexual e a identidade de gênero da vítima. Portanto, leis como essas seriam extremamente importantes no combate contra a homofobia e suas persistências.
Conforme disse Immanuel Kant, ''o ser humano é aquilo que a educação faz dele''. Desse modo, a educação é de grande importância no combate às discriminações, por isso, é o ponta pé inicial. Primeiramente, o Ministério da Educação deve agir, aliado com as instituições de ensino público e particular, promovendo igualdade entre homo e heterossexual por meio de eventos escolares, que ofereçam panfletos, histórias em quadrinhos, palestras e festivais informativos, demonstrando que as escolhas sexuais não afetam quem somos e não determina se seremos bons ou ruins. Ademais, o Congresso Nacional deve realizar uma "intensiva LGBT'', desengavetando propostas de leis que sejam fundamentais e encaminhando-as para serem aceitas, como a da Maria do Rosário. Assim, a comunidade homossexual seria reforçada com maior segurança.
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