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Desafios para superar a homofobia no Brasil

No filme "Meninos não choram", baseado em uma história real, conta o drama e preconceito sofrido/vivido por um garoto que tem um corpo biologicamente feminino mas se identifica no gênero oposto. No entando, quando se observa casos de homofobia no Brasil, podemos vivenciar cenas do filme, onde a forte presença do machismo e a intolerância sexual falam mais alto que o respeito.
Em primeiro lugar, é válido ressaltar um artigo presente na declaração universal dos direitos humanos onde diz " todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos". De maneira análoga, é possível perceber no Brasil, a homofobia oriunda principalmente de uma sociedade machista, rompendo a harmonia da declaração universal, haja vista que, o índice de práticas de violência verbal e física contra comunidade LGBT ( Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis) minoria essa que luta diariamente por dignidade, igualdade e respeito é grande. Há pouco tempo os travestis conseguiram o direito de registrar o nome social, em contra partida é o grupo que mais agridem e matam, a homofobia não é justificativa, mas pode ser combatida.
Além disso, a intolerância sexual atua paralelamente com o machismo, sendo outro impulsionador do problema. De acordo com Richard Baxter "O homem é o pior dos animais, o mais cruel para os outros e prata si próprio". Seguindo essa linha de pensamento, observa-se os conflitos gerados simplesmente pela orientação sexual do outro. E de acordo com um levantamento feito pelo Grupo Gay da Bahia, a cada 25 horas uma pessoa que faz parte da comunidade LGBT é morta. Na maioria das vezes o preconceito parte da família, acarretando em outros problemas como, transtornos mentais o que pode levar ao suicídio, e a prostituição pela falta de inclusão social.
Portanto , medidas são necessárias para resolver o impasse . É imprescindível que o Ministério da Justiça crie uma lei para a criminalização da homofobia. Paulo Freire, disse que a educação transforma as pessoas e essas o mundo. Logo, o Ministério da Educação deve instituir as escolas, palestras ministradas por psicólogos, que discutam o combate a homofobia e que sejam abertas ao publico, a fim de que o tecido social se desprenda de certos tabus, facilitando a construção de uma sociedade justa.
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