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Desafios para superar a homofobia no Brasil

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando observam-se as formas educacionais para combater a homofobia no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste intrinsecamente ligada à realidade no país. Nesse contexto, torna-se clara a insuficiência de estruturas especializadas no acompanhamento do público LGBT, bem como o entendimento acerca do papel social desse arranjo.
É indubitável que a questão constitucional e sua aplicação estejam entre as causas do problema. Isso se reflete nos escassos governamentais em qualificação profissional, em melhor suporte de diálogo com os cidadãos em respeitar a comunidade LGBT nas cidades. Segundo o G1, o percentual de homofobia contra os grupos gays, é de 30%, número alto que deve causar preocupação para diminuir esses quadros para um ambiente educandário em igualdade por parte das fiscalizações especializadas para esses tipos de casos dentro da nação brasileira.
Outro ponto relevante nessa temática, são as atitudes e penamentos da sociedade que ainda é agente ativa na segregação no meio dos transgêneros. Um exemplo disso, são travestis e transgêneros que têm dificuldades de conseguir trabalhar para se sustentar que nisso resulta o preconceito. De acordo o historiador Nicolau Maquiavel, os preconceitos têm mais raízes do que os princípios. Assim, uma mudança nos valores da sociedade é imprescindível para traspor as barreiras da construção educacional ofertada para combater a homofobia.
Diante disso, cabe ao governo, em parceria com a instituição de ensino, implementar políticas públicas nas escolas, por exemplo, oferecendo capacitação aos docentes e pedagógicos para implantação das ações de prevenção, orientação, formas para respeitar e superar a homofobia na sociedade, pois a escola é a principal arma do estado. Logo, a mídia através do seu potencial veiculativo, deve mostrar para sociedade a importância de aceitar os grupos gays e a comunidade LGBT no país e em diversas áreas de atuações profissionais. Com isso, afirma-se a máxima de Paulo Freire, se a educação não transforma a sociedade, sem ela, tampouco muda sozinha.
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