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Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira

Em 1939 estourava o maior conflito global já testemunhado pelo homem, provocando com isso a elevação dos números de refugiados que lutavam por mais um dia de vida. Hoje o assunto dos refugiados ressurge como um dos maiores desafios humanitários a serem superados pelo Brasil, fazendo se necessário uma minuciosa análise dessa conjectura para que as melhores soluções possam ser encontradas.
Em primeiro lugar, é fundamental averiguar como nosso Estado tem tratado o assunto na atualidade. Negando abrigo a vários dos refugiados judeus durante a segunda guerra mundial, o Brasil hoje toma uma postura redentora e serve de exemplo para a maior parte do mundo, ao criar leis e programas como o Comitê Internacional para os Refugiados (CONARE) que concedeu status de refugiados a milhares de pessoas, e ainda vem atuando com redes de proteção que visam proporcionar meios para a integração social dessas através de cursos gratuitos de português junto com a possibilidades de emprego. Tal atitude é louvável, mas ainda a muito o que ser superado, uma vez que paralelamente a isso o número de desafios quanto a implementação dessas práticas vem crescendo.
Ademais, é válido ressaltar quais os desafios que o Brasil vem enfrentando na efetuação dessas leis e programas tão fundamentais na atualidade. Desprovido de aspectos econômicos favoráveis, hoje o andamento da economia se faz um fato crucial para a questão tratada, tanto para a promoção desses programas, quanto para a opinião pública sobre o assunto, uma vez que com a crescente crise econômica, crescem também os fenômenos como a xenofobia, que em casos mais graves pode gera violência verbal e até física contra os que aqui se refugiam. Tal situação se agrava quando observamos a pouca conscientização sobre o assunto nas escolas e também nas redes de televisão, que no Brasil ainda são os meios de comunicação mais amplos e acessíveis, o que resulta no crescimento da ideia de rejeição dos refugiados por parte dos brasileiros.
Fica claro, portanto, que essa é uma questão urgente, mas vem encontrando algumas adversidades. Para reverter esse quadro, é primordial que o Governo brasileiro juntamente com a ONU vise à criação de uma parceria conjunta com mais países para que os custos dos programas de inclusão possam ser diminuídos, ao passo que sua oferta seja também aumentada e também estendida por outros Estados, dividindo assim a importante tarefa de acolhimento desses indivíduos. Além disso, também e crucial que a mídia juntamente com as escolas promovam a importância e necessidade das ações de ações de acolhimento legitimando as e possibilitando um combate as ideias xenofóbicas que surgirem. Só assim, o Brasil continuará e melhorará esse trabalho, e poderá evitar episódios semelhantes ao da Segunda grande guerra.
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