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Desafios para a inclusão de refugiados na sociedade brasileira

Brasil, um país de todos
Em meio a enorme crise econômica e política, o Brasil se depara com mais um problema: a necessidade de prover uma vida digna aos imigrantes refugiados. Essas pessoas, no ímpeto de sobreviver, deixam seus lares em busca de acolhimento, mas, na maioria das vezes, se deparam com a hostilidade de um povo que também não tem muito a perder.
Em linhas gerais, a grande parte da sociedade brasileira é carente nos quesitos mais fundamentais da dignidade. Desta forma, o medo de que essa situação se agrave faz com que o ódio se instale e seja direcionado a quem eles consideram culpados. Em consequência disso, há uma enorme barreira para a inclusão de refugiados no mercado de trabalho, nas escolas e na coletividade como um todo.
Entretanto, apesar de serem constantemente culpabilizados, poucos são os impactos de fato desses grupos na falta de infraestrutura. Para isso, é só avaliar a relação de produção e consumo, logo, um refugiado, além de mão-de-obra, se torna consumidor, ou seja, trazendo giro econômico. Desta forma, o próprio Estado se encontra como responsável pelas dificuldades encontradas para incluir populações refugiadas, visto que a falta de assistência se da pela ausência de políticas que beneficiem as classes operárias.
Portanto, é necessário a conscientização da população brasileira de que o problema não está na inclusão de mais pessoas, e sim na má administração dos órgãos públicos aos quais compete a criação de emprego e auxílio às necessidades básicas. Para isso emerge a tributação sobre grandes fortunas, maiores impostos sobre rendas acima de 20 salários mínimos, a urgência da desapropriação de terras improdutivas e de residências sem fim social. Somente com a aplicação dessas arrecadações o brasileiro terá tranquilidade para consumir, gira a economia e, assim, abrir espaço para quem quer que seja.
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