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Desafios na prevenção do câncer de mama no Brasil

Na série "Os Simpsons", é narrada a vida de Edna Krabbapel, professora de 44 anos que morreu de carcinoma mamário. Na obra é mostrada a influência que a falta de publicidades exerceu sobre o quadro clínico da personagem. Semelhantemente à ficção, a prevenção do câncer de mama, no Brasil, ainda encontra desafios no âmbito estatal para se concretizar. Esse cenário nefasto deriva da pouca propaganda governamental e da falta de conversação sobre tumores cancerígenos.



A priori, é sabido que as publicidades de combate ao câncer não são produzidas durante todo o ano. De acordo com dados financeiros do Ministério da Saúde (MS), após outubro, mês de prevenção ao carcinoma mamário feminino, o valor da verba destinada ao Setor Publicitário de Saúde(SPS) cai cerca de 78%, ou seja, esse departamento não consegue, de modo eficiente, produzir comerciais e cartazes de promoção às consultas periódicas ao médico, por exemplo. Desse modo, a população é privada de obter informações essenciais à saúde; algo grave que deveria ser inexistente em um país membro da Organização Mundial de Saúde, OMS, como o Brasil.



Em soma, está o ínfimo diálogo sobre cânceres. Segundo a OMS, países emergentes, como o Brasil, tendem a não abordar temas específicos de saúde durante os ensinos fundamental e médio, como a prevenção e trato de tumores malignos, por exemplo. Desse modo, os jovens, futuro da nação, são, desde cedo, influenciados a não ter pensamento científico e a não realizar exames frequentes, os quais podem diagnosticar precocemente doenças e aumentar as chances de vida do examinado. Com isso, o futuro do país estará em risco, pois a sua população não terá noções básicas de saúde.



Por isso, a fim de prevenir o câncer de mama, o MS, por meio de ordens executivas, deve criar programas que não só aumentem os recursos financeiros ao seu SPS, mas também incluam, durante o período escolar, aulas de explanação sobre doenças como câncer. Feito isso, o Brasil combateria firmemente o carcinoma de mama e casos tristes como o de Edna não seriam uma realidade.

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