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Desafios na prevenção do câncer de mama no Brasil

 No seriado britânico “Sex Education”, a mãe da personagem “Maeve” é usuária de drogas e, mesmo após a comprovação de possuir o câncer de mama, não realiza os tratamentos necessários por conta de sua baixa renda. Fora da ficção, esta é a realidade de uma grande parcela de mulheres, no Brasil e no mundo, que não procuram auxílio médico pois não detêm condições monetárias favoráveis. Neste âmbito, a falta de compromisso, em alguns casos, com a prevenção e a desinformação sobre a gravidade da doença são os principais motivos para a prevenção do câncer de mama, no Brasil, não ser eficaz.


 De maneira inicial, é possível verificar que os casos de câncer de mama aumentam, por conta da falta de prevenção, ano após ano. Segundo o noticiário “G1”, houve um aumento de 63%, a partir de 2010%, nas ocorrências de câncer de mama por razão da baixa quantidade de consultas preventivas realizadas, as quais caem cerca de 5% ao ano, além do mais, o mesmo noticiário ressalva que a prevenção de tal câncer se faz necessária, porém, em alguns casos, não é realizada. Por isso, a falta de compromisso com as prevenções é um fator que propicia o aumento das ocorrências desta doença no Brasil.


 Em segundo plano, nota-se que, na maioria dos casos, as mulheres acometidas pelo câncer não possuíam o conhecimento sobre os malefícios causados pela enfermidade. De acordo com o Jornal “OGLOBO”, de 100 mulheres, 60 não possuem o devido conhecimento sobre o câncer de mama e, por conta disso, nunca procuraram qualquer auxílio médico, ou seja, a falta de prevenção é favorecida, em alguns casos, pela carência informacional. Logo, a desinformação perante a gravidade do câncer de mama é uma das principais barreiras que dificulta a prevenção no país.


 Diante disso, é necessário estimular, urgentemente, a prevenção do câncer de mama no Brasil. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Cidadania investigar, por artifício de fiscalizadores estaduais e por profissionais da área da saúde, possíveis cidadãs que estão “pendentes” com sua prevenção individual, tendo como objetivo reduzir, ao máximo, as taxas de câncer de mama no país. Além disso, é necessário conduzir parte da verba federal para a mídia a fim de alertar, para a população, a gravidade dessa doença. Somente assim, casos como da mãe de “Maeve” não ocorrerão.

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