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Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial

   Na contemporaneidade, os avanços tecnológicos visam facilitar a vida do ser humano e a criação da inteligência artificial(I.A.) tem o mesmo propósito, mas ao contrário das outras tecnologias essa pode se tornar um empencilho. De certo é perceptível que as I.A. tenham o mesmo perfil do seu programador e essa semelhança pode trazer dificuldades para a implementação da mesma na sociedade.


   Para que haja desenvolvimento é necessário a presença de capital, mas somente países deselvolvidos possuem dinheiro suficiente para investir em inteligência arficial. A má distribuição de capital corrobora para a construção ética de um robô, deixando-o com os mesmo princípios do seu país de origem, visto que os príncipios morais varia de país para país. Essa não padronização pode causar revolta na população, uma vez que os seus principíos não sejam respeitados. 



  Outrossim, a tecnologia em questão pode ser utilizada para a manipulação de certa população. Pessoas influentes podem mostrar por meio dela que a ética daquela região é errônea, utilizando o discurso de que até os robôs seguem a mesma ideologia da pessoa que o programou. Essa alienação pode causar grandes problemas, pois pode ser usada como viés político. 



  Diante do exposto, cabe a Organização das Nações Unidas (ONU) padronizar a política moral das Inteligências Artificiais, reunindo dados culturais de cada país do mundo para que nenhuma cultura seja ferida pela mesma. Além disso, cabe aos governos desenvolvidos programarem de forma mais acessível para que países mais pobres consigam ter acesso a essa inovação. 

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