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Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial

No filme"Eu robô", Will Smith faz o papel de um cidadã em uma época não tão distante. Contudo, certo dia uma empresa cria uma máquina que tem capacidade de raciocínar sozinha, gerando uma rebelião. Dessa maneira, os desafios éticos e morais da da inteligência artificial, mesmo após avanços tecnólogicos, o cenário de iniquidade persiste e reflete na sociedade mundial, não só pelas dúvidas na aprovação, mas também no desenvolvimento de seus países.


Desde o tempo de Aristóteles, já era discutido a definição de ética e moral, na atualidade esses debates debates tem gerado várias dúvidas em sua aplicação, entre elas a inteligência artificial. Acerca disso, a Universidade de Stanford, referência de inovação tecnológica, tem se reunido com diversos representantes de outros continentes, para discutir seus impactos na sociedade. Logo, avaliando seus benefícios e malefícios para a população.


Na terceira revolução industrial, que teve início no século XVlll, países como Estados Unidos e Inglaterra, que aderiram as novas técnicas, conseguiram ter um lugar destaque entre as  maiores potências mundiais. Nessa lógica, essas inovações ajudaram no desenvolvimento de seu PIB. Assim, mesmo com todos os riscos que a tecnologia afereia, eles decidiram ariscar. Por consequência, estão colhendo os resultados de suas escolhas.


Portanto, faz-se necessário que os países, em parceria com seus estados, promova uma conferência entre eles, para a aprovação ou não da inteligência artificial, por meio de diálogo. Ademais, com o intuito de avaliar se desempenho na sociedade, através de testes como na ajuda em procedimentos médicos e no auxílio de equipamentos, com a finalidade de ajudar as pessoas. Enfim, tal medida tem que ser tomada, para que os robôs da ficção não sejam iguais a da realidade.

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