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Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial

No século XX com a criação do primeiro computador por Alan Turing, durante a segunda Guerra Mundial, onde as funções eram a decodificação e cálculos, não era possível prever o avanço e o alcance em menos de um século. Com isso, no momento atual é aberto o debate acima da ética e moralidade da inteligência artificial de que forma ela atua sem afetar a  segurança e a privacidade das pessoas.


Em primeiro momento, cabe pontuar que, segundo Paulo Coelho  estamos em constante mudança e partindo disso mostra-se a necessidade de discutir a ética e a moral da inteligência artificial, acima de tudo o tema da privacidade que abrange como a autonomia tecnológica a partir de um banco de dados no qual o dispositivo em "bug" pode ter alterações e realizar ações inesperadas. Desse modo, a forma que será feito o controle destas inteligências devem ser bem trabalhadas e analisadas com precisão.


Ademais, outro ponto muito bem ilustrado na série Black Mirror que mostra a tecnolgia em uma forma distópica, em um dos episódios os robôs se voltam contra os seres humanos causando uma guerra a sobrevivência, fora da ficção a possibilidade de prever uma revolta é ainda difícil de se imaginar, mas com o início da implantação de carros autônomos nas ruas os cuidados devem ser tomadas.


Portanto, medidas devem ser tomadas para superar o impasse. Para tanto, cabe as empresas em acordo com o governo federal, elaborar medidas que controlem a segurança e a privacidade com o intuito de garantir a ética e a moral da inteligência artificial, por meio de regulamentações garantindo que não exista a possibilidade de "bug" e a confiabilidade dos dispositivos. Somente assim, a continuidade e a progressão da tecnologia de forma bem elaborada e segura, pode ser feita.




 

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