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Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial

Promulgada pela ONU desde 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à saúde e  ao bem estar social. Nesse sentido a inteligência artificial pode ser uma ferramenta inovadora para que seja ampliada a qualidade de vida da população mundial. No entanto, essa tecnologia inovadora sem a supervisão de profissionais qualificados pode gerar prejuízos físicos e materiais, impossibilitando, assim, que parcela da sociedade desfrute desse direito na prática. Assim é imprescindível, analisar os benefícios e os riscos da inteligência artificial.


Inicialmente, deve-se destacar os pontos positivos desse avanço tecnológico. Pode-se pensar, por exemplo, na redução da espera em hospitais, isto é, em quanto os pacientes passam por triagem, os dados coletados são criprografados por computadores os quais já analizam as chances de internação ou não, agilizando, dessa maneira, o processo burocrático. Existe ainda, a opção de cirurgias serem realizadas por robos de extrema eficiência e rapidez, diminuindo o risco de uma anestesia por tempo prolongado. Esse tipo de procedimento já é uma realidade no hospital Mackenzie na cidade de São Paulo, segundo o portal de notícias G1. Somado a isso, a introdução da inteligência artificial estimula os mais novos estudar e elaborar novas formas de tecnologia do futuro. Isso é afirmado, pois de acordo com o sociologo Emilie Durkein é na infância que os indivíduos passam pelo processo de socialização, ou seja, adiquirem valores morais e éticos da sociedade em que se encontram.


Contudo, é preciso constatar os graves problemas provenientes de uma postura negligente relacionada a inteligência artificial. Uma delas está relacionada a falta de pessoal especializado para correção imediata de possíveis erros que podem ocorrer em uma cirurgia automatizada, por exemplo. Isso é no minímo grave, pois pessoas podem apresentar sequelas e até mesmo morrer devido essa imprudência. Outra preocupante consequência é o desemprego estrutural, ou seja, funções exercidas pelo ser humano como motorista de ônibus e operador de máquina industrial correm o risco de se tornarem obsoletas com a introdução da inteligencia virtual nessas áreas.


Em suma, é necessário o estímulo dessa nova tecnologia sem causar prejuízo social. Para tanto, cabe ao poder judiciário elaborar leis que punam rigorosamente com multas, indenizações quando assim necessárias e interdições de empresas que descumprirem com a ética e moral na execução das atividades artificiais, cujos os efeitos seram não só incentivo à evolução tecnológica, mas também, a preservação do bem comum.

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