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Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial

A série britânica “Black Mirror” estreada na televisão em 2011, retrata os avanços da inteligência artificial (IA) em uma perspectiva futurista e sombria. Contudo, é necessário enfatizar que alguns dos episódios expostos já se tornaram capazes de ultrapassar a ficção, tendo como exemplo o desenvolvimento de robôs similares a humanos no Japão e abelhas robóticas nos EUA. Tais adventos vem colocando em discussão em diversas nações os limites a serem tomados e a ética a ser definida referente a IA.


Em primeiro lugar é necessário esclarecer, que somente nas últimas décadas, a humanidade foi capaz de desenvolver toda tecnologia e informação em milênios de sua existência. Devido a isso, muitos se preocupam com a rapidez dos seus avanços e temem o surgimento de malefícios junto a eles. A exemplo, o sistema  de segurança pública chinesa, que por espalhar câmeras por todo seu território, consegue vigiar a população e encontrar e conter criminosos devido um algorítimo robótico. Embora consiga garantir a segurança publica, muitos sentem que sua liberdade foi retirada, devido a extrema vigia estatal.


Alem disso, segundo a ética a nicomaco de Aristóteles, a formação ética se da a partir da moderação entre dois  extremos dos vícios, ou seja, alcançar o a ética no meio ao avanço da inteligencia artificial, é sobre tudo, encontrar o equilíbrio e formação do bem estar entre a população e tecnologia.   


Dessa maneira, é necessário que centros de pesquisas abram espaço para a população opinar frente a esses avanços e expressarem o que sentem diante de tantas mudanças. É importante que seja definido limites, que haja padrões de ações voltadas unicamente e exclusivamente a humanos, que não os coloque em risco e que seja definido que inteligencia artificial não é autônoma, depende de uma inteligencia biológica para sua existência.  

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