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Desafios éticos e morais da Inteligência Artificial

"A tecnologia move o mundo", disse Steve Jobs, inventor. Nessa perspectiva, é possível visualizar que IA (Inteligência Artificial), pode trazer avanços e melhorias para sociedade. Entretanto, a ética e moralidade não podem ser negligenciadas ao aplicar inteligência artificial como na justiça e entretenimento. Assim, surge sequelas na população. 


Em primeiro lugar, vale destacar que a IA aplicada na justiça mostrou graves distorções. Segundo Pro Publica, software que avaliava réus americanos criava injustiças na vida real, o algoritimo apontava contra os afro-americanos. Diante o fato, é notável que a inteligência artificial que foi aplicada nos Tribunais dos Estados Unidos era tendenciosos tornando nocivo para os cidadãos. 


Outrossim, vale salientar que o aprendizado de máquina para o entretenimento apresentou indulgente. De acordo com a Veja, o projeto Tay da Microsoft (Empresa de Tecnologia), foi desenvolvido para entreter pessoas através de "conversas informais e divertidas", mas foi retirada por reproduzir racismo e ignorância. Exposto o fato, o programa se mostrou imoral além de um fiasco no âmbito tecnológico. 


Portanto, fique claro que a ética e moralidade não devem ser negligenciados na aplicação de aprendizagem de máquina independente do setor. Cabe ao Estado, criar um Órgão Regulamentador De Inteligência Artificial, que a partir deste Órgão possa regulamentar e fiscalizar empresas que usarem a tecnologia de IA em território nacional, visando a transparência e a rastreabilidade dos dados coletados, além de sua execução no princípio ético e moral. Desse modo, a sociedade pode se sentir mais segura quanto essa tecnologia aplicada independente do setor, que o uso desse recurso não estará ignorando princípios éticos e morais. 

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